PELO INTERIOR DA NORUEGA… E UM PEDACINHO DA FINLÂNDIA

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Svolvær

A nossa experiência de ver a aurora boreal, com a Geotrip, trouxe junto a oportunidade de conhecer algumas cidades e localidades do interior da Noruega e da Finlândia.

O nosso roteiro começou pela cidade de Svolvær, chegando em um voo vindo de Oslo, onde encontramos o grupo na noite anterior. Deixamos Oslo com temperaturas ao redor dos 8ºC e, a partir dos dias pelo interior da Noruega, ela passou a girar ao redor do 0ºC (variando de 2ºC a -2ºC… chegando a -7ºC, nas saídas noturnas pra ver a aurora… e a -10ºC na Finlândia).Leia mais »

A AURORA BOREAL (AS LUZES QUE NOS LEVARAM À NORUEGA)

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O nosso propósito maior, quando decidimos visitar a Noruega, foi ver a aurora boreal.

É um projeto que demanda uma infraestrutura especial (é necessário todo um monitoramento de índices de radiação e de quantidade de nuvens, pra se saber onde ir para ver o espetáculo de luzes no céu) e um bom planejamento, porque buscar a aurora exige saídas à noite, para lugares sem luz (ou com pouca luminosidade) no interior do país e em temperaturas muito baixas (em função da época do ano favorável a ver a aurora).Leia mais »

A ELEGANTE CIDADE DE OSLO (E COMO A NORUEGA CRUZOU O NOSSO CAMINHO)

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Em algum momento da viagem, alguém perguntou: quando começou o interesse de vocês pela aurora boreal?… olhamos um para o outro e não soubemos responder exatamente…

O que está na nossa lembrança é que, cerca de dois anos atrás, quando estávamos visitando o Canadá, vimos uma postagem que falava que, naquele dia, havia condições de avistamento da aurora lá; e que, pesquisamos um pouco mais e resolvemos que voltaríamos ao Canadá com esse propósito…Leia mais »

DOIS DIAS FINAIS EM DC

 

Estivemos em Washington por mais dois dias, num total de quatro na cidade.

No primeiro deles, inicialmente, fomos conhecer o National Geographic Museum. Ele não faz parte do Instituto Smithsonian e por isso tem ingresso pago (U$15 a entrada geral para adultos, em novembro de 2016), mas vale muito a pena. São diversas exposições fotográficas dos maravilhosos profissionais da Nat Geo, sem contar os espaços interativos do museu e a possibilidade de entrar em contato com a forma com que as fotos são feitas.

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A CHAPADA DAS MESAS E SUAS (MUITAS) ÁGUAS

A Chapada das Mesas tem, segundo nos foi informado, mais de oitenta cachoeiras mapeadas, embora nem todas sejam abertas à visitação.

Mas, mesmo pensando nas que podem ser visitadas, já é uma quantidade imensa! Na nossa viagem, usamos a expressão de que “na Chapada das Mesas, a dieta é de duas a três cachoeiras por dia, pelo menos!”. E sem contar que, para quase todas as que conhecemos, o sistema é de “delivery de viajante”, porque o transporte nos deixa muito pertinho de cada uma delas; às vezes, a apenas alguns metros!

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CAROLINA-MA – COMO CHEGAR À CHAPADA DAS MESAS

Pôr do sol no Rio Tocantins

Esse post surgiu meio de trás pra frente…

É curioso o processo de escrever sobre os lugares… as ideias vão vindo, como que se organizando sozinhas…

Assim é que comecei a escrever, sobre a Chapada das Mesas, pelo planejamento da viagem. Mas, no meio do processo, acabei voltando e iniciando o post falando da cidade de Carolina, que conhecemos um pouco mais, justamente, no último dia do passeio.

Então, de trás pra frente, um pouco de Carolina e como chegar à Chapada das Mesas…

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UM DOMINGO DE MUITA CAMINHADA – MAIS UM DIA EM DC

The Mall

Amanheceu um dia lindo de sol e céu azul. Era dia de espaços abertos!

Pra começar, fomos de metrô até a região chamada de The Mall. Já falamos um pouco dela, no post inicial sobre Washington. Lá estão diversos memoriais e monumentos, prédios do governo, os museus do Instituto Smithsonian, além de uma imensa área aberta, muito usada pela população local e pelos visitante.

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