LAGOS ANDINOS NO CHILE – PUCÓN: QUINTO DIA

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Salto El León (#PraCegoVer: Fotografia de uma cachoeira, que aparece na cor branca (pela altura da queda), no centro da foto, praticamente de alto a baixo. Ao redor da cachoeira, paredões cobertos de vegetação verde escuro. Na parte de baixo da foto, dois arco-íris em meio ao spray da água. No canto inferior esquerdo, em letras brancas, está escrito: @porquesomosdomundo. Fim da descrição.)

O nosso último dia em Pucón, foi dia de cachoeiras…

Começamos pelos Saltos Marimán, que ficam a 16 km de Pucón. O acesso é fácil, já que a entrada fica à beira da estrada. A trilha, pequena, é toda em passarelas de madeira, e é percorrida em poucos minutos. O acesso custa CLP $1500 por pessoa. O local não tem estacionamento, de forma que o carro fica parado na estrada mesmo. Deve ser meio complicado, em dias de muito movimento. Quando chegamos lá, não havia ninguém visitando o local. Apesar de ser bem estruturado, não vimos banheiros.

Os Saltos são pequenas quedas no Río Pucón ou Minetue, de água esverdeada. São bonitos, mas nada de espetacular.

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Saindo de lá, fomos conhecer o Salto Palguín. Fica 12 km adiante. A estrada é difícil, com trechos ruins de subir… mas dá pra chegar em carro de passeio mesmo, como nós estávamos. O local tem estrutura bem rústica, mas tem banheiro. A trilha é pequena, fácil: uma descida com corrimão… de forma que a visita é bem rápida. O acesso custa CLP $2.000 cada pessoa.

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É uma cachoeira bonita, com as águas caindo em um poço redondo, de água verde-esmeralda. A vista é só de cima, de uma passarela de madeira.

Seguindo adiante, fomos ao Salto La China. A entrada custa CLP $2.000 cada pessoa. O acesso é fácil e sinalizado (cerca de 2 km após o Palguín); e o local conta com boa estrutura, com estacionamento, banheiros e restaurante.

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Aqui, demoramos um pouco mais. Apesar de a trilha ser pequena, cerca de 500 m, existem várias possibilidades de observação e de acesso ao Salto. Foram momentos de muitas fotos e o local que escolhemos para nosso lanche de almoço.

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O Salto é lindo, imponente! É visto de baixo, o que parece aumentar seu tamanho. É tão alto que é muito difícil de fotografar por inteiro. Produz um spray forte, que, por vezes, forma arco-íris.

Foi nesse local que descobrimos de onde vinha o cheiro delicioso que sentíamos, por diversas vezes, nas trilhas: uma árvore chamada Tepa, que exale um aroma de jasmin… era curioso, que sentíamos o cheiro, mas não conseguíamos identificar de onde vinha… a Tepa foi a solução do mistério.

Por fim, o Salto El Leon (fotografia que abre o post).

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O acesso também é fácil, cerca de 2 km a partir do La China. E o local também conta com estrutura de banheiros e estacionamento. O acesso custa CLP $2.500.

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E uma trilha curta leva ao mais imponente dos saltos, com 92 metros de altura. É impressionante! O spray não é forte, é fortíssimo… difícil fotografar… difícil não ficar molhado… se tiver tempo, espere pra o vento dar uma trégua e conseguir aproximar-se para além da pequena ponte de madeira. Vale a pena!

Por ficarem em locais, em geral, rodeados de vegetação, o horário ideal para ir os Saltos (todos os que vimos nesse dia) é com o sol o mais alto possível. A latitude em que estão situados, não ajuda muito nesse ponto. E também a distância entre eles. Mas pareceu-nos que, dessa forma que fizemos, foi adequada, porque conseguimos ver todos iluminados. E a ordem em que visitamos foi muito boa: dos menores para o maior. Talvez, se fosse o contrário, não seria tão interessante.

Uma dica: É importante levar dinheiro em espécie, porque os locais não aceitam cartão.

Terminados os saltos, a nossa inquietude nos levou a tentar visitar uma feira Mapuche chamada Kui Kui, mas não estava funcionando. Próximo de lá, na volta, tivemos a bela visão dos vulcões Villarrica e Lanín, com o río Pucón abaixo… uma linda paisagem!

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E retornamos a Pucón a tempo de ver o nosso último pôr do sol da viagem, novamente em La Poza.

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O jantar de despedida foi no Viva Perú, de comida peruana maravilhosa.

No dia seguinte, pegamos o carro de volta a Temuco, voamos pra Santiago e de lá pra o Brasil…

Exposição no aeroporto de Temuco…

Foi uma viagem especial, num ritmo nosso, mas intenso… com grande contato com a natureza e suas belezas… muitos rios de água azul, verde… vulcões, lagos, vegetação exuberante, animais nativos… sabores deliciosos e noites de sono revigorante… uma viagem de descobertas, que recomendamos enfaticamente…

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* Se quiser ver mais sobre essa viagem, é só visitar os destaques das stories, no nosso perfil no Instagram: @porquesomosdomundo.

** Este não é um post patrocinado. O espírito do blog é de narrar histórias e experiências, de forma que esse escrito reflete unicamente a opinião dos autores.

***Viagem realizada em março de 2018. Valores informados também correspondentes a março de 2018.

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