Deixando Carmelo, rumamos, então, pra Colonia del Sacramento.
Chegamos, nos instalamos na Posadita de la Plaza e saímos pra comer algo e aproveitar o dia. Sábia decisão, porque foi o único dia (dos quatro que estivemos aí) que tivemos pôr do sol sem céu encoberto.Leia mais »
Após dois dias em Montevideo, pegamos o carro e partimos em direção ao oeste, mais precisamente à cidade de Carmelo. Ao longo do caminho, vamos vendo as paisagens mudando, pra dar lugar a algo mais rural, com muitas pastagens e rolos de feno.Leia mais »
A ideia de ir ao Uruguay já existia faz tempo. Muitos amigos e amigas tinham ido até lá e falado muito bem. Até tínhamos tentado uma vez, mas o preço das passagens aéreas fez desanimar. Até que dessa vez os bilhetes estavam por um preço decente… lá fomos nós!
Planejamos uma viagem de carro, pra ter mais liberdade de parar e estar nos lugares que queríamos, mas reservamos previamente as hospedagens, até por conta de algumas pousadas específicas que gostaríamos de conhecer.
O roteiro traçado foi Montevideo – Carmelo – Colonia del Sacramento – Punta del Este – Laguna Garzón – Montevideo.Leia mais »
Neste post, a gente fala de questões práticas de nossa viagem à Noruega, especialmente de Oslo, como hospedagem, transporte de e para o aeroporto, câmbio, devolução de imposto, no sistema tax free… São informações que podem ajudar no planejamento, como também no desenrolar da viagem.
A nossa experiência de ver a aurora boreal, com a Geotrip, trouxe junto a oportunidade de conhecer algumas cidades e localidades do interior da Noruega e da Finlândia.
O nosso roteiro começou pela cidade de Svolvær, chegando em um voo vindo de Oslo, onde encontramos o grupo na noite anterior. Deixamos Oslo com temperaturas ao redor dos 8ºC e, a partir dos dias pelo interior da Noruega, ela passou a girar ao redor do 0ºC (variando de 2ºC a -2ºC… chegando a -7ºC, nas saídas noturnas pra ver a aurora… e a -10ºC na Finlândia).Leia mais »
O nosso propósito maior, quando decidimos visitar a Noruega, foi ver a aurora boreal.
É um projeto que demanda uma infraestrutura especial (é necessário todo um monitoramento de índices de radiação e de quantidade de nuvens, pra se saber onde ir para ver o espetáculo de luzes no céu) e um bom planejamento, porque buscar a aurora exige saídas à noite, para lugares sem luz (ou com pouca luminosidade) no interior do país e em temperaturas muito baixas (em função da época do ano favorável a ver a aurora).Leia mais »
Em algum momento da viagem, alguém perguntou: quando começou o interesse de vocês pela aurora boreal?… olhamos um para o outro e não soubemos responder exatamente…
O que está na nossa lembrança é que, cerca de dois anos atrás, quando estávamos visitando o Canadá, vimos uma postagem que falava que, naquele dia, havia condições de avistamento da aurora lá; e que, pesquisamos um pouco mais e resolvemos que voltaríamos ao Canadá com esse propósito…Leia mais »
Quando se tem uma origem simples, certas coisas parecem extrapolar a realidade. O desejo de acessá-las, ainda que inerente ao espírito, parece ser uma ousadia tão sem limite que costuma ser sublimado, depositado em algum lugar que não possa sequer povoar os sonhos.
Quando pensar em viajar, é importante planejar, pesquisar sobre o destino, as atrações a visitar, formas de locomoção, e várias outras coisas, inclusive a melhor época pra ir de acordo com interesses que se tem… dependendo do que se quer, por exemplo, pode-se escolher a época de cheia ou época de seca, no Amazonas… e são condições diversas, com belezas também diversas.
Definitivamente, Washington é muito mais que um bate e volta a partir de Nova York, ou outra cidade americana. Estivemos lá de sábado a quarta e o que sentimos é que foi pouco tempo pra explorar a cidade. Ela não é frenética como NY, mas oferece uma variedade de opções que pede tempo pra desfrutar, como, por exemplo, os museus do Instituto Smithsonian.
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