WASHINGTON – PRIMEIRAS ANDANÇAS

O dia da chegada.
Saímos do Brasil, mais especificamente de Aracaju-SE, onde vivemos, direto pra Washington, com apenas uma conexão em São Paulo – Guarulhos. Chegamos a DC numa manhã de sábado, pelo aeroporto Dulles.
Fomos do aeroporto direto pra o hotel. Como era final da manhã e o quarto somente seria liberado por volta das 15h, deixamos as malas e saímos.
A pé mesmo, percorrendo as ruas e avenidas, buscando informações no mapa que trouxemos, rumamos em direção à região da Casa Branca.
Ruas de Washington
A Casa Branca é, ao mesmo tempo, familiar (pelo tanto que vemos na imprensa) e distante, um signo ligado diretamente ao governo de uma das maiores potências do mundo.
A Casa Branca
E ela é distante também fisicamente, quando se fala em conhecê-la. Cercada por imensos jardins, só podemos observá-la de longe, com um grande aparato de segurança a vigiá-la (e nos vigiar).
Há quem diga que uma dica é ver a Casa Branca a partir da Av. Pennsylvania, no que seriam os fundos da casa, porque ficamos mais próximos. De fato, é um pouco mais próximo; mas, em compensação, não nos dá a imagem que estamos acostumados a ver.

 

Segurança na Casa Branca, vista pela Av. Pennsylvania

É uma região bonita, mas creio que o que atrai as pessoas é o que ela simboliza… Rende algumas fotos, porém, decerto, não são as mais bonitas de DC.

Era meio da tarde, cedo ainda pra voltarmos ao hotel, decidimos ir para o bairro de Georgetown. Fomos de metrô, até a estação Rossilyn, em Arlington; cruzamos a pé a Francis Scott Memorial Bridge e lá estávamos.

Cruzando o Rio Potomac, entre Arlington e Georgetown
Chegando a Georgetown

Georgetown nasceu como cidade portuária, com tradição de comércio de cigarros e tabaco; e floresceu com a rede ferroviária e os canais que a cortavam. Quando o transporte pelos canais decaiu, a cidade foi junto… até ser reabilitada por Franklin D. Roosevelt e incorporada como bairro histórico de Washington. Hoje, é um local de casas coloridas, lojas de estilo, muitos cafés e restaurantes, além de um delicioso parque à margem do Rio Potomac.

Georgetown vista ainda da ponte
Georgetown

E foi por lá, andando pelas ruas de Georgetown e apreciando o pôr do sol à beira rio, que encerramos o dia.

Depois, foi só voltar ao hotel com o Circulator, um ônibus que faz trajetos em regiões especificas, e descansar… porque o dia tinha sido intenso.
O segundo dia, no próximo post…

 

 

 

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