O PATACHO E A VILA

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A Rota Ecológica, no litoral de Alagoas, é conhecida, senão por esse nome, pelas suas praias. Situada entre os municípios de Porto de Pedras e Barra do Camaragibe, é lá que que estão as badaladas São Miguel dos Milagres e Praia do Toque, famosas por suas “pousadas de charme”.
Você deve estar perguntando: se o post é “O Patacho e a Vila”, porque estamos falando de São Miguel dos Milagres?
É que o Patacho e a Vila entraram em nossa vida por São Miguel dos Milagres. Bem assim…

Alguns anos atrás, planejamos uma viagem por algumas praias do litoral nordestino. Iríamos a São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, e a São Miguel dos Milagres, em Alagoas.
Planeja pra cá, planeja pra lá, escolhe pousada aqui, busca informações ali… e acabamos esbarrando na escolha da hospedagem para São Miguel dos Milagres. A região, conhecida como “roteiro de charme” tem preços que “fazem jus” a esse charme. E nós buscávamos uma alternativa de preços mais acessíveis.
Passamos, então, a estender a pesquisa a outras localidades, como Porto de Pedras, já que toda a Rota Ecológica tem semelhante estilo de praia, mais tranquila e deserta; buscando, inclusive, opções que dessem a possibilidade de hospedagem apenas com café da manhã.
E nos deparamos com a Vila do Patacho, na Praia do Patacho, em Porto de Pedras.
A partir daí começou o nosso caso de amor com esse lugar…
A Vila do Patacho não é apenas uma pousada, muito menos uma hospedagem. É muito mais que isso. É um estilo, uma paixão. É um jeito de ver e viver o mundo, em que natureza e arte se abraçam na mais perfeita harmonia.

O espaço é puro charme e aconchego, com arte, plantas e boas energias espalhadas por todos os lados.

Em cada cantinho um cuidado, desde a peneira com toalhas de praia, nas varandas, às flores no banheiro, dos sabonetes artesanais aos saquinhos de doce que nos esperam nos quartos. Tudo pensado nos mínimos detalhes, com todo o carinho.
Chalé Violeta

Parece-nos que essa é a palavra certa: carinho… é o que melhor define a Vila do Patacho.

Os proprietários, Verônica (Vê) e Guilherme (Gui) são absolutamente atenciosos, receptivos, fazendo o possível para que os visitantes sintam-se confortáveis, à vontade, em casa. As pessoas que lá trabalham, a “família da Vila”, nos recebem sempre com sorrisos e gentileza, na simplicidade de cada um e cada uma.

E tem a praia… Ah… a praia… areia batida, gostosa de caminhar. O mar é delicioso, morno, sem ondas… tipo um “ofurô gigante”….literalmente, uma piscina de borda infinita! Na maré baixa, dá pra ir a pé aos arrecifes, que formam piscinas naturais, pra ver peixinhos coloridos e o jardim submerso das algas e dos corais.

 

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Maré cheinha…
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Maré vazia…

Arrecifes em frente à Vila…

O sossego é a grande bênção: praia quase vazia, silêncio garantido.

 

E como se fosse pouco, ainda somos presenteados com amanheceres de cair o queixo… na frente da pousada…

 

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Amanhecer na Vila do Patacho

 

E tem também entardeceres de apaixonar nossos corações… Sem falar no nascer da lua e em tantas maravilhas da natureza, ali, bem pertinho…

Desde esse momento em que conhecemos a Vila, já voltamos lá algumas vezes, sempre encontrando essa atmosfera carinhosa, repleta de natureza e beleza. Aliás, todos os anos voltamos à Vila, pra refazer nossas energias, pra nos reconectar com a natureza e o que ela tem de mais simples e essencial.
Ah… mesmo lá na praia, dá pra apreciar o por do sol…
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E o nascer da lua é sempre um espetáculo…

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A Vila do Patacho é um universo de simplicidade, de boas risadas, de comida gostosa, de vento na cara, de água morna e de coração quente.

Vale aqui um esclarecimento… este não é um post patrocinado, é um post sobre uma relação de encantamento e afeto entre pessoas e um lugar.

Pra ajudar aos que se interessarem em conhecer esse lugar especial, a Vila do Patacho fica ao norte de Maceió, cerca de duas horas de carro a partir da capital alagoana. Tem três casas, pra até quatro pessoas, com toda a infraestrutura de cozinha (para os que quiserem exercitar os dotes culinários), três chalés para duas pessoas e um chalé (sem cozinha) pra quatro pessoas. Os chalés e casas recebem nomes das cores do arco-íris e tem a decoração baseada na cor respectiva. As diárias incluem café da manhã (maravilhoso!!!), que é preparado no momento de servir, segundo as escolhas do hóspede. A pousada dispõe de restaurante, com opções deliciosas.
Lá, você tem à disposição, ainda, uma biblioteca charmosa, toda envidraçada e guardada por um anjo rastafári… muitas redes… ah, e também dá pra fazer stand up, jogar frescobol…
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Biblioteca da Vila
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Se quiser dar uma saidinha (de verdade, achamos que você não vai querer…), bem pertinho dali tem alguns passeios pra fazer (precisa de carro pra chegar):
* tem o Projeto Peixe-boi, uma organização que busca recuperar e devolver à natureza esses mamíferos;
* tem a foz do rio Tatuamunha, que dá pra tomar banho… mas é especial no por do sol;
Por do sol na foz do rio Tatuamunha
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* e, em Porto de Pedras, um farol que fica no topo de uma elevação e que dá uma vista maravilhosa da foz do rio Manguaba.
Foz do rio Manguaba
Outras informações podem ser obtidas no site ou na fanpage da Vila do Patacho. Ou ainda no Instagram @viladopatacho.
Estrada que leva à Vila do Patacho
Este post foi o primeiro que escrevemos pra o nosso blog, em maio de 2017; e está sendo atualizado em agosto de 2020. Pensamos em reescrevê-lo, pra, inclusive, colocar fotos mais atuais. Depois decidimos que não. Ficaria como a estrutura original, onde atualizaríamos as informações e acrescentaríamos fotografias mais recentes, pra mostrar como a Vila está sempre renovando… e pra mostrar novos ângulos e olhares que nossas lentes captaram. Esperamos que gostem do resultado!

Pra decidir…
Vá, se você:
  • Gosta de sossego, tranquilidade
  • Gosta de natureza, de praia, de pé na areia
  • Gosta de simplicidade, sem abrir mão do conforto
 Não vá, se você:
  • Gosta de agito
  • Gosta de cidade, de compras, de shopping
  • Não suporta estar distante de tecnologia

 


Fica a dica:
O espírito do blog é de narrar histórias e experiências, de forma que esse escrito reflete unicamente a opinião dos autores.

 


Post atualizado em agosto de 2020.

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